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Fantasias sexuais


Tudo o que sempre quis saber e nunca teve coragem de perguntar
Contar ou não contar ao seu companheiro?

A decisão de partilhar uma fantasia com o parceiro deve ter em conta «o grau de intimidade com o parceiro, se as fantasias o incluem ou não e o se são muito ousadas ou não», refere Marta Crawford em «Sexo sem tabus».

Dar um passo em frente

Para que o casal coloque em prática uma fantasia é, em primeiro lugar, necessário que esta seja excitante para os dois. Se ambos estiverem de acordo relativamente a esse desejo, então porque não?

Infidelidade virtual

Ter relações sexuais com outra pessoa que não o parceiro é uma das fantasias mais comuns, o que não indicia necessariamente um desejo de ser infiel ou de problemas no casal. Pode até servir de estímulo para a relação.

Limites

As fantasias sexuais são saudáveis, desde que não se transformem numa obsessão, não se tornem desconfortáveis para o próprio ou não prejudiquem o outro.

Imaginação ao limite

As fantasias nem sempre têm a ver com aquilo que realmente queremos fazer. Parte do encanto das fantasias é o de não ser necessário realizá-las para nos excitar e dar prazer.

Da teoria à prática

É preciso ter em conta que quando se passa à prática, a fantasia pode perder o seu encanto: «Quando se imagina uma situação tudo é perfeito, o amante corresponde àquilo que se deseja...», exemplifica a autora.

Fantasiar faz bem... muito bem!

Alimenta a cumplicidade e a intimidade entre o casal.
Pode combater a rotina; promove a auto-estima.
Aumenta os estímulos sexuais e o prazer no sexo.
Diversifica as possibilidades eróticas e promove o amadurecimento sexual.

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