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Sexo sem amor

Quantas decepções poderiam ser evitadas na vida das mulheres se elas, afinal, desvinculassem o sexo do amor. Sexo com amor é muito bom mas o sexo realmente existe SEM amor e também pode proporcionar alegria, satisfação, alto nível de endorfinas no cérebro e, conseqüentemente, bom humor.

Sabem muito bem os homens disso. Tanto que se aproximam de muitas mulheres apenas com a intenção de fazer sexo. Mas as mulheres foram treinadas para ver em cada aproximação a possibilidade de um relacionamento amoroso. E, na maioria das vezes, se decepcionam quando percebem que o sujeito queria apenas fazer amor com elas e não viver uma história de amor.

Muitas mulheres, é claro, sabem disso e lidam bem com tudo isso.

Mas a maioria, infelizmente não. A maioria vincula o ato sexual ao amor, a maioria espera que a cantada se torne um romance. E sofrem depois, ante ao que julgam frieza ou sacanagem masculina.

Graças a Deus hoje vivemos um clima de liberdade sexual. Mas é só um clima, porque ainda estamos amarradas a essa idéia infantil de sexo com amor, sexo só com amor.

Os homens sempre souberam separar muito bem os romances e as simples atrações físicas. Nós, mulheres, vivemos confundindo tudo e freqüentemente usamos o tal do amor como desculpa para o nosso próprio desejo.

Seria mais simples, mais fácil e mais saudável para nós saber distinguir as coisas. Poder dizer simplesmente: fulano me atrai. E ponto. Tenho vontade de fazer amor com fulano. O resto é o resto.

É claro que um caso que começa na cama pode acabar no altar, pode acabar virando um sólido amor. Tanto para os homens como para as mulheres. Mas é preciso acabar com essa hipocrisia de dizer “sexo pra mim, só com amor”. Isso é mito, é besteira. Existe sim o sexo sem amor. Existe o desejo puro e simples e não há nada de errado em concretizar esse desejo, quando se é livre e dona do próprio nariz.

O triste é julgar que, atrás de cada cantada ou de cada atração que sentimos, estará o grande amor de nossas vidas. Por tudo isso é muito boa essa instituição jovem do “ficar”. Ficar é passar bons momentos com alguém que nos atrai. Se esses momentos vão se estender ou se transformar em alguma coisa mais sólida e importante, isso é outra história, é um próximo capítulo que pode existir ou não na grande novela das nossas vidas.

E você amiga, já passou pela situação de fazer sexo pensando que era amor ???

O Ponto G

Todo mundo sabe que ele existe, mas muitos não sabem onde ou quantos são os Pontos G’s. Uma dúvida que muitas vezes angustiam mulheres que ainda não o descobriram ou que ainda não conseguiram alcançar o orgasmo.

O Ponto G foi descoberto em 1950, pelo ginecologista alemão Ernest Gräfenberg da onde o nome Ponto G, dado em sua homenagem. Encontrar o Ponto G, tornou-se uma obsessão para a maioria das mulheres, para melhorar a qualidade do prazer. Porém boa parte delas, acaba se decepcionando por nunca ter conseguido localizá-lo. Afinal, será que o ponto G tem tanta importância assim?

Corpo: uma grande zona erógena

A sexóloga regina Navarro Lins defende: “Toda menina deveria aprender que tem um Ponto G”. Mas ela lembra que hoje se fala em muitos outros pontos. “Devem existir muitos, pois o corpo é uma grande zona erógena. Quanto mais as pessoas puderem descobrir as zonas de prazer, melhor. Sexo é um aprendizado.”

Mas há quem diga que existe outros pontos que facilitam o orgasmo, como o ponto D, defendida pelo mestre De rose, presidente da União Internacional de Ioga. Ele diz: “Ao contrário do ponto G, que fica na parede do canal vaginal, o D se localizaria bem no fundo da vagina”.

É aconselhável que o casal encontre o ponto G como um jogo sexual, diz o psicólogo e sexológo Charles Rojtemberg, mas garante que em termos de orgasmo, é insignificante. Pois afirma que o que determina o prazer na cama, é a manipulação do Clitóris, sem ele a mulher não teria prazer algum. Diz também, que cada mulher possui uma sensibilidade maior em determinada área. Agora se você ficar procurando demais, vai acabar perdendo a sua sensibidade.

É preciso clima para se chegar ao orgasmo

Há sexológos que afirmam que nem todas as mulheres apresentam esse ponto, pois se encontra atrofiado. O orgasmo é um conjunto de sensações e envolvimentos, a mulher pode até descobrir onde fica seu ponto G, mas se há problemas emocionais com o parceiro, se não há um clima, de nada adianta, reafirma Rojtemberg.

Quanto a ejaculação feminina, é semelhante a do homem, sai num jato, mas isso depende do nível de testosterona da mulher.

Mulher também ejacula

Fisiologicamente falando, toda a mulher tem a capacidade de ejacular durante o orgasmo. Com a forte excitação, as glândulas localizadas em trono da uretra - apelidadas de próstata feminina - expelem um líquido transparente, completamente diferente da urina e da lubrificação vaginal. É um verdadeiro jato que pode chegar a 120 ml. Mas há mulheres que só liberam algumas gotas e nem percebem que estão ejaculando.

Concluíndo: A estimulação do ponto G é uma ótima maneira de se chegar a essa prazeirosa emissão de líquido: com orgasmos múltiplos, é quase certo ejacular.

Mas é importante que se tenha sentimento na relação, clima e envolvimento, você deve estar relaxada e se entregar ao prazer, que a ejaculação chega como uma experiência erótica de enorma intensidade.